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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Formação das parcerias

Aristides Faria

Este artigo é a décima sexta edição de nossa coluna. Alcançamos esta semana a milésima postagem no blog [RH em Hospitalidade]. É interessante analisar os meios que percorremos para atingirmos tal marca, que não era uma meta. A principal reflexão que desenvolvo acerca do assunto é sobre as parcerias que formamos ao longo de um ano e meio para superarmos as mil mensagens.

Notem! São escritas cinco colunas semanais, sendo duas destas quinzenais, intercalando-se às sextas. Há uma nova em fase de planejamento, que irá ao ar aos sábados. Prezamos até agora o volume de informação, que acaba – talvez não tão naturalmente assim – por gerar tráfego, acessos ao blog. Além destes artigos, compartilhamos vídeos, slide shows, notícias e textos de terceiros, clipados a partir de fontes de alta credibilidade.

Todo este emaranhado de informações gerou mil postagens. Parece existir uma certa desorganização. Se eu estivesse sozinho neste trabalho isso seria verdade. Contudo, são cerca de trinta parceiros envolvidos de algum modo com nosso trabalho. Aliás, o blog é “apenas” uma interface para comunicação, envolvimento. Há um complexo negócio de assessoria em gestão de pessoas por trás de tudo isso, centralizando a operação.

A partir do dia 15 de junho, quando alcançamos a referida marca, passamos a focar em atividades marginais, paralelas ao blog. O objetivo é investir mais tempo, atenção e força intelectual em nossos parceiros e em redes sociais como Orkut e Twitter.

O motivo deste sucesso ou, pelo menos, destaque são as parcerias. A formação destas alianças vem sendo conduzida – hora por mim, hora pelos colegas – com base no princípio “ganha-ganha”, em que todos se beneficiam dos esforços colaborativos.

Penso que ao optarmos por um determinado tipo de parceria traçamos o destino de toda a aliança. Já conversamos em nossa coluna “Tendências do Turismo” que fatores como confiança e competências complementares fundamentam as alianças de sucesso e longo termo. É por isso que julgo o assunto como uma tendência. Aparentemente não é, mas saber e aprimorar-se em estabelecer, conduzir e saber ser conduzido em parcerias é/será o grande diferencial mercadológico de profissionais e empresas não só do segmento do Turismo.

Gosto de lembrar que o projeto do blog nasceu um tanto desacreditado, inclusive por mim. Surgiu apenas da necessidade pessoal/profissional de criar algo que preenchesse algumas lacunas em minha vida pessoal e profissional. Isso não garante sucesso nem para o melhor produto ou serviço que possa existir.

Apenas após algumas semanas consegui começar a convergir contatos/parceiros antigos, conhecimentos já guardados, projetos já arquivados e tidos como mortos, além de um ideal antigo: o de um RH focado em Turismo & Hotelaria. Apenas após algumas semanas notei que existia uma grande oportunidade também. Oportunidade de negócios!

É uma tendência – ou deve ser –, então, formar parcerias de longo prazo, perseverar e investir toda sua coragem em seus ideais, ainda que estes estejam um tanto empoeirados. Sigamos em frente! Sempre!


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

domingo, 14 de junho de 2009

Guarda Municipal de Cabo Frio cria Tapete de Sal no evento de Corpus Christi

Um dos principais eventos de Cabo Frio é a tradicional festa religiosa de Corpus Christi com os seus Tapetes de Sal, que foram montados no dia 10 de junho na Avenida Assunção, quando foram demarcadas 150 quadras com 100 toneladas de sal, tudo disponibilizado pela Prefeitura.

Uma grande novidade no evento desse ano foi o Tapete de Sal montado pela Guarda Municipal de Cabo Frio, com o tema “PAZ NO TRANSITO, FRUTO DA JUSTIÇA”. Esse foi o 1º tapete confeccionado pela GM desde sua criação. Os artistas responsáveis pelo tapete foram os GM ALEXIS, GM PAULO SANTOS E O DIRETOR LUIS GUSTAVO que também esteve presente até o término da confecção do trabalho e que colaborou na mistura das cores, mais uma vez mostrando sua dedicação com a tropa. Tudo aconteceu autorizado e apoiado pelo secretário de ordem pública Cel. Gilson da Costa.

A Guarda Municipal também garantiu a segurança do evento.


Luis GUSTAVO R. de Alencar
Diretor Administrativo e Operacional de Transito da SUGM

Texto e imagem enviados por e-mail para o Blog Costa do Sol Turismo em 12/06/09.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Programação do Fechamento das Ruas da Festa de Corpus Christi nos Dias 10 e 11/06/2009.

Das 13h desta 4ª feira, dia 10/06/2009, até as 22:00hs 5ª Feira dia 11/06/2009 a Festa em louvor ao Corpo de Cristo ocupará todo o Centro de Cabo Frio, cerca de seis ruas e avenida, serão interditadas e terão mudanças de mãos. A Praça Porto Rocha terá a maior concentração, o cortejo vai sair às 18:00hs de 5ª feira da Igreja Nossa Senhora da Assunção Matriz, tendo o seu inicio pela Av. Assunção sentido o Bairro Passagem até a altura do MC’DONALD, retornando pelo outro lado da Avenida, terminando na frente da Igreja. Serão Fechadas a Av. Assunção, Rua 13 de novembro, Rua Francisco Mendes, Av Nilo Peçanha, Rua Professor Miguel Couto, Travessa Maçônica Unidas, Travessa Lions Clube e Serão Invertidas as seguintes mãos, Rua Watz Filho, Rua Santos Dumont. Os Ônibus sentido ao Bairro Passagem irão entrar na Rua João Pessoa e ir pela Rua Raul Veiga os Pontos de Taxi da Praça Porto Rocha ficarão na Travessa Lions Clube, e que após o termino da limpeza pela SECAF as vias serão liberadas.

A Prefeitura de Cabo Frio, através da Secretaria de Ordem Pública autoriza o uso das vias, atendendo à solicitação da paróquia de Nossa Senhora da Assunção, para a realização da Tradicional Festa de Corpus Christi.

Á Guarda Municipal de Cabo Frio solicita a todos os motoristas que evitem a circular com seus veículos pelo Centro, para que possamos ter uma Festa Tranqüila e com segurança para todos.

Luis GUSTAVO R. de Alencar
Diretor Administrativo e Operacional de Transito da SUGM


Texto e imagem enviados por e-mail para o Blog Costa do Sol Turismo em 10/06/09.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Salmão ao Molho de Maracujá

Esta semana procurei uma receita leve e gostosa, com sabores puxando para um adocicado contrastando muito bem como o salgado e o delicioso sabor do salmão. O salmão é um peixe rico em Ômega 3, vitamina D, B3, B12 e B6 e apresenta uma coloração rosácea usualmente, mas ele é um peixe de carne branca e sua coloração depende mesmo é da sua alimentação que é muito variada.

Uma curiosidade do salmão é que eles nascem nos rios e depois de 2 anos mais oi menos vão para o mar. Também se reproduzem nos rios e a família de salmão do oceano atlântico, reproduzem mais de uma vez, e o do pacífico morrem após a reprodução.

Salmão ao Molho de Maracujá

INGREDIENTES:

• 800g de Salmão em postas ou filet;
• 30ml de óleo de soja;
• 1L de leite integral;
• 50g de manteiga sem sal;
• 45g de farinha de trigo;
• 1 cebola pequena;
• 1 folha de louro;
• 2 dente de cravo;
• 200ml de suco de maracujá concentrado;
• 50g de mel silvestre ou de laranjeira;
• Sal e pimenta do reino branca.


MODO DE PRAPARO:

Corte o salmão em pedaços de 200g cada e reserve. Coloque o suco de maracujá juntamente com o mel em uma panela. No fogo médio, reduza a mistura a metade de seu volume, ou até engrossar. Em uma frigideira, prepare o roux (derreta a manteiga e acrescente a farinha até a farinha cozinhar e começar a ficar amarela, irá parecer uma cola) e reserve.

Coloque o leite em uma panela para esquentar com a cebola piquée (descasque a cebola e faca um pequeno corte na lateral, acrescentando a folha de louro neste corte, e craveje os cravos na cebola.) e leve a fervura. Retire a cebola piquée e acrescente o roux mexendo sempre. Retorne a cebola pique ao molho e deixe engrossar mexendo sempre. Descarte a cebola piquée e acrescente a redução de mel com suco de maracujá. Mexa bem e acerte o sal e pimenta. Reserve o molho aquecido.

Coloque uma frigideira ao fogo, e pré-aqueça o forno a 170 graus. Tempere o salmão com sal e a pimenta e unte-o com o óleo. Sele (fritar rapidamente até dourar) os filets ou postas e leve ao forno por 5 minutos. Retire coloque-os nos pratos e regue-os com o molho. Acompanhe com arroz branco e legumes ao vapor.


Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Seleção de parceiros

Aristides Faria

Aconteceu em São Paulo, nos dias 27 e 28 de maio, a Feira EBS – Eventos Business Show. A feira reuniu fornecedores de produtos e serviços para realização de eventos diversos e também destinações para sediar tais acontecimentos.

Percebo em minha experiência que eventos deste tipo normalmente ignoram a possibilidade de realização de palestras e qualquer tipo de acontecimento paralelo, de certo modo, acadêmico. Não foram apresentações científicas exatamente, mas palestras muito interessantes com profissionais de segmentos inerentes a feira.

Daquelas que participei, a mais interessante foi a do competidor do Rally Paris-Dakar, Klever Kolberg. Sua exposição tratou, em verdade, de sua atividade atual, que é o desenvolvimento de uma empresa que oferece treinamentos vivenciais baseados em sua vivência no Paris-Dakar.

Com uma exposição bastante esclarecedora, envolvente e provocante, o palestrante nos brindou com uma fantástica visão de trabalho em equipe e, principalmente, do comprometimento às pessoas que os líderes devem apresentar.

Inclusive, abordou a velha questão sobre “quem é líder?” de forma bastante interessante. A idéia, compartilhada por mim, é a de que cada membro do time exerce a posição de liderança em determinados momentos. Por exemplo, o motorista do caminhão que leva a equipe de resgate e manutenção passa a ser o líder de toda a equipe no caso de uma moto quebrar no meio do deserto, deixando o piloto – virtual líder até então – sozinho no mar de areia.

Não sei bem se por minha expressão de satisfação ou apenas por conta de minha proximidade física (estava sentado na terceira fileira, em sua diagonal), o Klever me perguntou, assim como fez a outros colegas, quem seriam meus parceiros ideais. Por um instante pensei e respondi que seriam pessoas que me complementassem.

Com base nas respostas dos demais, ele direcionou a resposta a um destino muito bacana. Ele mostrou que a seleção de nossos parceiros acontece (ou deveria acontecer) com base no histórico de sucesso das pessoas. Ele disse que temos de escolher “as feras”. Os melhores em suas posições.

Particularmente, complementaria suas reflexões afirmando que não somos feitos apenas de competências técnicas, mas também de habilidades interpessoais.

Somos seres comunicacionais. Nem sempre o melhor mecânico será o mais bem preparado psicologicamente para suportar vinte dias longe de casa, imerso no deserto africano; ou mesmo o melhor Analista de Recursos Humanos será o mais bem preparado psicologicamente para suportar oito horas por dia em uma confortável sala acarpetada na Avenida Paulista.

Finalizo apontando para uma das tendências do turismo e do mercado de trabalho de um modo geral: a força da comunicação. O profissional pode ser uma referência em sua área de atuação, mas se não for competente o suficiente para compartilhar seu know how incorrerá em insucesso.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Torta Mousse de Chocolate

Esta é uma receita de torta mousse muito saborosa que irá encantar qualquer um. Ela é um pouco trabalhosa mais vale a pena.

INGREDIENTES:
• 1,5 kg de chocolate meio amargo
• 750ml de creme de leite
• 900ml de creme de leite para chantilly
• 1 receita de biscuit joconde
• ½ receita de pão de ló de chocolate
• 100g de chantilly para decoração
• 150g de ganache para decoração

MODO DE PREPARO:
Derreta o chocolate com o creme de leite no microondas em potencia média por 1:30 minutos e mexa. Continue derretendo e mexendo a cada 30 segundos por mais umas 3 ou 4 vezes, até a mistura estar homogênea, formando um ganache. Resfrie.

Bata o creme de leite em chantilly e acrescente a mistura anterior já resfriada.

Recorte o pão de ló com o aro redondo.

Unte o aro redondo com manteiga. Acrescente a base de pão de ló.

Corte as tiras de biscuit joconde da largura do aro e monte internamente no aro untado.

Despeje a mistura de lactofil com o ganache formado pelo chocolate e creme de leite no aro com o biscuit joconde e o pão de ló. Leve ao refrigerador por 1 hora.

Retire a torta do refrigerador e desenforme-a com o auxílio do massarico, se necessário. Coloque a torta sobre uma bailarina e comece a decoração.

Para decorar, utilize o ganache de chocolate, passando por cima da torta mousse com cuidado para não escorrer pelas laterais. Utilizando um bico pitanga, faça pequenas pitangas de chantilly na base da torta e nas bordas superiores. Volte a torta ao refrigerador. Sirva.

RENDIMENTO: 3 tortas.


Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Alianças cooperativas

Aristides Faria

Fico contente quando os acontecimentos da vida coincidem com a proposta que desenvolvi para nossa coluna “Tendências do turismo”, que é fruto de uma aliança cooperativa com o blog Costa do Sol Turismo na pessoa de seu Editor Carlos Figueiredo.

Há 14 semanas publicamos nosso primeiro artigo, que foi uma apresentação acompanhada do conteúdo programático dos primeiros textos. Este cronograma é base para nosso planejamento de leituras e conexão com eventos de nossa rotina profissional.

Gostaria de compartilhar duas realizações recentes que provam o poder das alianças cooperativas – tema proposto há quatro meses para este artigo – no mundo dos negócios.

Parceria com o FQE: há um mês consolidamos uma nova parceria. Trata-se da coluna semanal “Qualidade & Excelência em Hospitalidade”, que vai ao ar por meio do Fórum da Qualidade & Excelência, liderado por Wendell Alexandre.

O Wendell é detentor de um sólido currículo na área da normatização e da gestão da qualidade. É uma pessoa empreendedora, que após eventos pessoais, lançou o FQE, uma aspiração antiga, mas que vem em boa hora. Fico feliz e honrado por participar de sua história profissional.

Os textos tratam sobre uma das tendências do turismo abordadas por aqui: as Normas Brasileiras de Regulamentação (NBR) da série 15.000, aplicáveis ao segmento de Turismo e Hospitalidade. Acredito profundamente neste projeto, se é que pode ser chamado assim. Penso que seja necessária uma intervenção – não necessariamente estatal – no mercado, no sentido de padronizar e balizar os indicadores de qualidade e bom desempenho. Vejo isso como uma espécie de moralização do setor.

Concurso: outra realização muito bacana foi minha aprovação na seleção pública para o cargo de Agente Administrativo (RH) do Conselho Regional de Representantes Comerciais do Estado de São Paulo (CORCESP). Fiquei na segunda colocação! Estou bastante contente, mas convicto de que esta realização é tão somente um passo estratégico no fortalecimento de objetivos maiores.

Escrevo este depoimento para compartilhar algumas realizações pessoais, que não seriam possíveis sem as pessoas que estão à nossa volta. São parceiros, amigos, colegas, clientes, fornecedores e entusiastas que acompanham nossas publicações diárias.

Sim, sou apaixonado pelo que faço. Amo minha profissão e o negócio que venho construindo diariamente. Contudo, a cada dia que passa, foco mais e mais os meus esforços na satisfação das pessoas que participam de alguma – e qualquer – forma de nossa carreira.

Pode parecer sem sentido, mas gostaria de agradecer a leitura de nossos textos e a participação na forma de e-mail’s que obtemos de diversas partes do globo. Quando comecei a trabalhar via web eu não imaginava que seria uma teia tão energizada e intensa. Valeu, moçada!

Um forte abraço!
Sucesso sempre,
Aristides Faria


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Caiçara Expedições na capa de A Tribuna

Eu acredito que devemos sempre festejar o sucesso de nossos amigos e, pensando assim, reporto para os meus leitores uma matéria escrita por Aristides Faria, meu amigo e colunista aqui do Costa do Sol Turismo.

Carlos Figueiredo

Segue a matéria:

Caros Amigos e colegas da Hospitalidade e da ABRH paulista,

Hoje (21/05) pela manhã tive uma grata surpresa ao ler o jornal A Tribuna, de Santos, litoral paulista. O caso é que a capa da publicação apresenta a matéria “Um passeio fascinante”, assinada pelo jornalista Luiz Fernando Yamashiro, com fotos de Nirley Sena.

O texto compartilha com o público a experiência do Projeto Visitação, do Núcleo de Jornalismo Ambiental de Santos e região, que tem coordenação da jornalista Catharina Apolinário. O objetivo da iniciativa é familiarizar os jornalistas com o meio natural, no caso com o manguezal, ecossistema característico da Região da Costa da Mata Atlântica.

A operacionalização deste tour foi realizada pela Caiçara Expedições, agência de Turismo Receptivo, na pessoa de Renato Marchesini e Renata Cruz, que são parceiros do Projeto Visitação. As imagens mostram as canoas canadenses utilizadas para realizar as atividades pelo estuário de São Vicente e Praia Grande, vejam os links a seguir.

A Caiçara Expedições é nossa parceira na concepção e realização do Treinamento EcoEmpresarial ao ar livre. Minha alegria é dupla, primeiro por que são profissionais de formação e carreira em nossa área de atuação, depois por serem fortes parceiros comerciais e grandes amigos. Tive a satisfação de participar desta saída. Realmente foi uma manhã abençoada, inesquecível! Valeu, moçada!


Um forte abraço!

Sucesso sempre,

Aristides Faria

Confiram aqui as publicações e imagens sobre a atividade:

Jornal A Tribuna aqui!

Blog 20 Anos Blues do Jornalista Eli Carlos Vieira aqui!

Blog [RH em Hospitalidade] aqui!

*Fotos: Nirley Sena.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Conflitos internos vs. externos

Aristides Faria

Não raro estamos congelados, sem saber exatamente qual rumo seguir. São situações diversas, tanto no aspecto pessoal quanto profissional, em que encontramo-nos presos a uma série de paradigmas. São conflitos, nem sempre reais, mas normais na vida de qualquer um.

Invariavelmente, ao decidir por um ou outro caminho, preterimos pessoas e/ou resultados. Normalmente, estes momentos dividem-se entre o imediatismo e a visão de médio e longo prazo. Conclui-se, então, que sempre que optamos por um rumo qualquer, deixamos pessoas ou resultados de lado, mas abraçamos outras pessoas e resultados em troca.

É interessante notar, pois, que nunca há escolha vazia. Em um primeiro olhar, trocamos “algo” por “nada”, mas, na verdade, trocamos este “algo” por outro “algo”. O destino pode ter nos reservado um “algo mais” ou “algo menos”, opte e verás.

Desconheço alguma técnica lógica para minimizar os riscos de uma decisão errada, não nos negócios, mas na vida pessoal. Em negócios, a grande sacada é o Planejamento Estratégico, que é basicamente estudar o histórico e as projeções, com base em determinados cenários. Não estou certo de que esta técnica seja aplicável à vida pessoal. É? Você aplicaria?

Em nossa vida pessoal há conflitos intensos, que vão além de índices, indicadores e referências do mercado. Trata-se de uma simbiose entre aspectos internos e externos que suplantam nossa capacidade de percepção. Já em termos profissionais há, sim, dados que subsidiam a decisão. Contudo, existem também fatores que fogem a nossa determinação. Na carreira em Turismo & Hotelaria um destes fatores é o elemento “comunicação”.

Já falei sobre o destaque que os processos seletivos vêm dando a aspectos ligados a habilidade de comunicação. A cada verão os currículos estão cada vez mais semelhantes e as habilidades técnicas equiparam-se. Neste sentido, comunicar-se bem passa a ser a chave.

Este “comunicar-se bem” também é relativo a estes conflitos internos vs. externos. Como? Entendo que saber media-los é o meio-chave para não permitir que eles venham a entorpecer sua tomada de decisão.

É uma Tendência do Turismo, mas, sobretudo, dos processos seletivos, a constante avaliação de sua habilidade de comunicação. Entra neste contexto a mediação de conflitos, que podem ser de várias naturezas: internos, externos, pessoais, éticos, interpessoais, religiosos. O certo é que são seus. “Com” ou “contra” “quem” ou “o que” eu não sei. Você sabe? Converse consigo e entenderás.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Purê de batatas

Por: Rodolpho Leonardo

É fácil falar de batatas, especialmente de preparações feitas com elas. A batata é um produto americano (das Américas), mas é muito mais utilizada mesmo na Europa, em diversos pratos locais e sofisticados. Uma das preparações mais comuns com este tubérculo é o purê de batatas.

Incrível, mas em minha pesquisa sobre o tema encontrei cerca de 1200 receitas de purês de batatas diferentes. Diferenças desde o tipo da batata até a composição dos ingredientes da preparação. Entretanto para se fazer esta receita simples, muita técnica e ciência são necessários. Comecemos pelo simples ato de cozinhar a batata que pode ser feito com casca, sem casca, com a batata inteira, com a batata em pedaços. Cozida com água, cozida com leite, com água e leite, com sal e açúcar e por ai vai. A receita que irei passar hoje é a mesma feita nos restaurantes do Chef Daniel Boulud e é uma das melhores, se não a melhor que já provei até hoje. Então vamos lá.

Ingredientes:
1 kg de batatas limpas com casca;
2 litros de água;
200 ml de creme de leite fresco;
½ kg de manteiga sem sal;
sal;
pimenta branca moída.

Preparação:
Em uma panela funda com tampa, cozinhe a batata até ficar amolecida inteiramente, e principalmente no centro. Corte a manteiga em cubos pequenos e aqueça o creme de leite até a fervura e deslique. Drene o líquido e descasque a batata rapidamente. Corte a batata ainda quente e coloque a no passa verduras (espécie de funil com uma espátula) ou amasse ela juntamente com a manteiga e acrescentando o creme de leite. Com a batata ainda quente passe-a na peneira fina e acerte o sal e pimenta a gosto. È só servir, ou embalar em um filme plástico duplo e deixar em uma área quente da cozinha ou sobre um vapor moderado. Sirva quente como acompanhamento de carnes, aves e peixes, com o molho por cima. Voilá.


Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: O mundo interno

Por: Aristides Faria

Dia desses recebi um e-mail – daqueles que são repassados aos milhões – muito bacana que continha slides sobre os conflitos que existem no universo de nosso cérebro. Há uma música da banda Tribo de Jah que se chama Guerrilhas Mentais. A “novela das 9” está apresentando um rapaz vítima de esquizofrenia. Os workholics investem todo tempo e energia para, por certo, fugir dos compromissos e desafios da vida social. Enfim, são diversas as situações que comprovam existir um grande conflito em andamento dentro de cada um de nós.

Particularmente, concordo com isso. Não consigo ser diferente, pois vivo muitos destes conflitos em meu quotidiano. Em certa ocasião li uma matéria que se intitulava “Quem cuida do RH?”. Trata-se de uma reflexão interessante e intrigante. Perceba: se o gestor de pessoas orienta os procedimentos e balizas para o bom relacionamento dentro de determinada organização e orienta as pessoas a melhor caminhar pela trilha profissional, quem vem atrás deste profissional iluminando o seu caminho?

Realmente, sobra aos profissionais de RH pensar e conversar consigo mesmos. Qual o resultado disso? Um turbilhão de idéias, estratégias e pensamentos. Ao mesmo tempo, então, temos de pensar em nossos colegas e em nós mesmos. Os colegas foram escritos à frente propositadamente, pois é mesmo o que ocorre em nossa mente. Acredite. Não apenas por altruísmo, mas por profissão e vocação mesmo.

O relevante de todo este discurso introdutório é saber que uma forte tendência para o mercado de trabalho, também para o de turismo, é o destaque para profissionais que sabem expor seus medos, desejos, aspirações e carências (de carreira). Ou seja, busca-se pessoas que se conhecem e sabem quais seus pontos fortes e fracos, bem como os meios para saná-los.

Sempre comento que os currículos e as experiências estão cada vez mais equivalentes, assim, o diferencial passa a ser a “pessoa”. Confuso? Quando o selecionador recebe a solicitação de um candidato para uma vaga qualquer ele pensa em um “Ser” para sentar naquela cadeira. Depois disso, pensa em quais competências, habilidades e atitudes este “Ser” tenha de carregar. Logo, ele pesquisa e confirma (ou não) isso em currículos e entrevistas. Como o desempenho em currículos e entrevistas está cada vez mais equivalente e previsível, respectivamente, estes Seres/candidatos passam a ser analisados enquanto “pessoas”.

Bingo! Por isso que temos de investir no entendimento de nós mesmos e não apenas em cursos e vivências, muitas vezes, desprezadas pelas organizações. A carreira em Turismo & Hotelaria é craque nisso, inclusive.

Imagine um profissional que se graduou em Hotelaria no Brasil e passou dois anos morando na Inglaterra trabalhando em outras áreas para sustentar os custos de vida. É um cenário comum. Na volta ao país, com inglês fluente, ele não passa em processos seletivos para ingressar na hotelaria por não ter experiência em hotéis(?).

Ora, por que não se observa as habilidades de negociação, comunicação (em duas línguas), resolução de problemas e gestão que este indivíduo deve ter dentro de si? Como não valorizar a “pessoa” em detrimento do “profissional” e incentivar a “pessoa” a usar em sua rotina todo este acúmulo de experiência de vida?

Vamos lá, moçada, compartilhem suas impressões!


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: O mundo externo

Por: Aristides Faria

Comentamos em nosso último encontro sobre o que chamo de “motivação fundamental”, ou seja, sobre aquilo que lá em nosso coração nos faz perceber “motivo” para tomarmos determinada “ação”. Nesta oportunidade, gostaria de fazer algumas considerações sobre os elementos externos que fundem-se e criam o ambiente em que tomamos tais posições na vida. Vou me ater aos pertinentes ao trabalho e à carreira.

A administração da vida profissional deve ser uma tarefa empreendida por nós mesmos, enquanto donos da mesma. Isto significa afirmar que não podemos simplesmente “deixar a vida nos levar” e o mercado decidir quais os caminhos que percorreremos rumo ao sucesso. Se é que estaríamos, assim, seguindo esta direção.

O barco de nossa carreira deve ser orientado de acordo com os ventos que desejamos, no sentido que esperamos durante os anos em que habitamos o mercado de trabalho – e mesmo após sairmos dele, pensando na qualidade de vida que teremos após a aposentadoria.

Uma tendência inerente não só aos profissionais do turismo, mas também aos demais co-habitantes do mercado de trabalho globalizado é o aumento da expectativa de vida. Ou seja, a cada década, passamos mais tempo aposentados e a carreira toma menor proporção em nosso tempo de vida, literalmente. Por outro lado, note que passamos a ter menos tempo hábil para decidir qual e como será nossa carreira e definir como será nossa aposentadoria, cada vez mais longa.

Não obstante, aumentam também as opções de lazer e a importância do tempo livre. Entra em cena o profissional de turismo, cuja carreira é orientada para trabalhar enquanto os outros se deslocam (não gosto do chavão “trabalhar enquanto os outros se divertem”).

Seguindo este raciocínio, ganha importância o trabalho remoto, o que dá liberdade às pessoas deslocarem-se; cresce o tempo de não-trabalho e o convívio em família, o que notadamente prescinde de atividades de recreação das mais variadas naturezas. Talvez por conta disso e muito mais, diz-se que “Turismo é a profissão do futuro”. Até quando será do futuro e tornar-se-á do momento, do presente, do agora?

Citei alguns elementos do mundo externo, mas você deve procurar em silencio e total concentração a motivação que brota de dentro de você. Estas rápidas provocações sobre como o mundo externo ajuda-nos a movermo-nos são minha contribuição para que você olhe para o mundo interior e faça escolhas, tome sérias decisões. Estas, você perceberá, são pessoais e profissionais ao mesmo tempo. Acalme-se, temos tempo para isso. Jamais se precipite!

Ainda na mesma esteira da questão do tempo de vida, reitero que o profissional de vanguarda no segmento do turismo deve atentar tanto a estes fenômenos externos, quanto aos internos, latentes em seu coração. Em meu caso, paixão pelo que faço e a ambição de gravar meu nome na história das pessoas. Encontre a sua motivação e o que lhe faz sorrir, produzir mais e melhor. O que lhe tira do sofá?

Em nosso próximo encontro conversaremos sobre o mundo interno e dentro de duas semanas faremos algumas reflexões sobre os conflitos entre estes dois mundos. Compartilhe suas impressões e achados! Nossa discussão será sempre mais rica com a participação de nossos queridos leitores.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Guarda adota nova postura

Diretor quer Nova Relação da Corporação com a População e Estuda Mudanças no Trânsito da Cidade.

Ele não tem medo de cara feia nem se intimida diante da pergunta "sabe com quem está falando?" que já cansou de ouvir desde que assumiu a direção administrativa e operacional de trânsito da Guarda Municipal de Cabo Frio, um ponto nevrálgico que costuma colocar em campos opostos governo e população. O policial reformado Luis Gustavo R. de Alencar, 38 anos, casado, pai de quatro filhos, aposta na experiência de ter atuado no BPTran (Batalhão de Policiamento de Trânsito do Rio de Janeiro), integrado a equipe do CISP (Centro de Inteligência de Segurança Pública), o 9º BPM e o 14º BPM para mudar a relação da Guarda Municipal com a população e resgatar a credibilidade da instituição. Uma série de medidas adotadas pelo novo diretor, em conjunto com o Secretário da Ordem Pública, Coronel Gilson da Costa, visam valorizar a tropa, a principal delas, a incorporação do auxílio refeição ao salário, benefício que, de acordo com a própria associação da classe, a categoria reivindicava há doze anos. As mudanças internas devem ser sentidas em breve nas ruas, e a população terá uma Guarda capacitada para cumprir o seu principal objetivo: servir e proteger o cidadão sem autoritarismo.

Gustavo Alencar sabe, entretanto, que sua missão não se resume apenas a aproximar a corporação da comunidade. Ele vai ter que enfrentar na direção administrativa e operacional da Guarda uma equação ainda mais difícil de resolver: desatar o nó no trânsito da cidade, um problema crônico que tem irritado a população. O novo diretor já determinou à equipe de trânsito, coordenada pelo ex-diretor do Detran Cabo Frio, Alcimar Pinto de Almeida, o mapeamento da cidade para identificar os pontos críticos e, preliminarmente, o estudo já aponta para a necessidade de mudanças no trânsito com reversão de mão em algumas vias.

- Cabo Frio não é mais uma cidade de veraneio, o fluxo de veículos aumentou muito, assim como a população que triplica nos feriados, por isso é necessário reavaliar e estudar mudanças de mão, implementar a sinalização viária e estudar a implantação de radares para educar melhor nossos motoristas, comenta Alencar, que quer a ajuda da população e das associações de moradores para traçar não apenas as mudanças mas, também, a atuação da Guarda Municipal. "Não adianta eu achar que vou mudar a Praça Porto Rocha ou qualquer bairro da cidade da noite para o dia. Eu preciso da opinião de quem circula, de quem é morador dos bairros. Não adianta eu querer fazer tudo de uma vez e não conseguir atender ninguém".

O diretor da Guarda também planeja uma campanha de educação no trânsito para conscientizar motoristas, ciclistas e pedestres e reduzir os índices de acidentes, principalmente, que envolvem ciclistas e que somam hoje 68%. A campanha vai lembrar que o Código de Trânsito Brasileiro prevê multa e apreensão da bicicleta de ciclistas que desrespeitarem as leis de trânsito em locais com ciclovia e admite usar o Código para punir aqueles que não se adequarem e insistirem em desrespeitar a legislação, circulando, por exemplo, pela ponte Feliciano Sodré, onde é proibido o tráfego de bicicletas.

Os motoristas de carros particulares, ônibus e caminhões de carga também serão alvo da campanha de conscientização da Guarda Municipal. Gustavo lembra que trânsito é uma responsabilidade de todos e uma questão de educação e não pode parar porque um pai decidiu estacionar o carro no meio da rua para pegar o filho na escola, ou porque o motorista de ônibus não parou no ponto para o passageiro ou, ainda, porque um caminhão está descarregando mercadoria fora do horário determinado.

A Guarda iniciou uma operação para tirar das ruas veículos abandonados. Gustavo Alencar coordena pessoalmente a operação e os veículos recolhido são levados para o depósito público. A população pode colaborar com a Guarda Municipal através de denúncias, sugestões e críticas ligando para 199 ou 153. A ligação é gratuita.

Cleber Lopes


Luis GUSTAVO R. de Alencar
Diretor Administrativo e Operacional de Trânsito da SUGM

Texto e imagem enviados por e-mail para o Blog Costa do Sol Turismo em 06/05/09.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Saint Honoré

Por: Rodolpho Leonardo

Existe uma receita leve (mas não é light, pelo contrário) de sobremesa francesa que é uma delicia. A Saint Honoré, é uma torta simples que leva massa folhada, patê choux (massa Choux ou massa de carolinas e bombas) creme patissière ou creme de confeiteiro e chantilly. É uma delicia e fácil de fazer. Mas claro, nesta obtive a colaboração do meu amigo patissière Celso Chagas.

Bom vamos com a receita da semana:

Ingredientes
Massa choux500 ml de leite, 225 g de manteiga, 10 g de açúcar, 1 pitada de sal, 250 g de farinha de trigo, 9 ovos. Creme pâtissière: 1 litro de leite, 10 gemas, 280 g de açúcar, 100 g de amido de milho. Creme chantilly: 300 ml de creme de leite fresco; 30 g de açúcar. Caramelo: 500 g de açúcar; 170 ml de água. Massa folhada Arosa, 200g. Corte em circulo.

Preparo
Numa panela, pôr a ferver o leite, a manteiga, o sal e o açúcar. Assim que ferver, juntar a farinha e misturar energicamente com uma espátula ou colher de pau, durante um minuto. Fora do fogo, juntar aos poucos os ovos. Numa assadeira untada com manteiga e utilizando um saco de confeitar e um bico liso, pingar as bombas. Assar em forno aquecido a 160ºC durante quinze minutos e deixar esfriar antes de rechear.
Creme pâtissière: misturar numa tigela as gemas com o açúcar; misturar até ficar branco e juntar o amido de milho. Despejar em cima do leite fervendo e cozinhar misturando sempre com um batedor durante três minutos após a fervura. Deixar esfriar e guardar na geladeira.

Creme chantilly: misturar com um batedor até o creme ficar firme e branco. Cuidado para não passar do ponto, ou o creme vira manteiga.

As carolinas de massa choux serão furadas por baixo e recheadas com creme pâtissière, do sabor desejado. Por exemplo: chocolate, café, baunilha; pois o creme pâtissière será aromatizado depois de pronto e frio. As carolinas serão caramelizadas.

Caramelo: levar os ingredientes a ferver até obter a coloração desejada (louro, marrom-claro).

Montagem: num disco de massa folhada, pingar um anel de massa choux; assar por 20 minutos a 180ºC. e após esfriar colocar as carolinas recheadas e caramelizadas na lateral do disco. No centro do disco, alise uma camada de creme pâtissière e depois cubra com chantilly usando um saco de confeitar e bico pitanga. Voilá. Bon appetitte.

Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Motivos fundamentais

Por: Aristides Faria

Os profissionais de recursos humanos discutem há muito tempo sobre o que vem a ser “motivação”. Com este meio é provavelmente dominado por psicólogos, os debates tornam-se ricos em elementos para reflexão e permanentes revisões.

Isto é muito bom, pois faz com que o termo jamais congele-se e mantenha seu dinamismo. Talvez o melhor comparativo para esta constante discussão seja a questão dos “padrões de beleza”. Cada geração tem o seu modelo de par ideal, seja física ou emocionalmente.

É interessante perceber que tanto os conceitos de moral, quanto as definições de motivação variam em paralelo. Particularmente, gosto do mais simples deles, que julga ser “motivação” uma contração de “motivo para ação”.

Esta definição pode parecer tentar resumir, diminuir e instrumentalizar o debate e a reflexão. Contudo, penso que ele seja elementar e essencial a uma melhor compreensão do que parece ser a tal motivação.

Vamos compreender melhor o que seria este motivo para ação?
Enquanto bacharel em turismo gostaria de trabalhar no governo, aplicando todos os conceitos aprendidos e toda crítica que já desenvolvi intimamente em planos e programas de gestão pública do turismo. Assim, o que me motiva é a paixão e o desejo de marcar meu nome na história do país.

A vida me levou por outro caminho, ou melhor, a um paralelo: a hotelaria. Minha motivação continua a mesma, isto é, a paixão e o desejo de marcar meu nome – não na história do país, mas experiência turística dos hóspedes que tive a oportunidade de atender.

Hoje, atuo em outro mercado, mas com foco total nos mercados de Turismo & Hotelaria. Enquanto profissional de Recursos Humanos, prestando serviços pessoais e corporativos, continuo ainda com a mesma motivação: a paixão e o desejo de marcar meu nome na história – não na do país, tampouco nas de hóspedes, mas na de meus clientes e alunos, que são estudantes, bacharéis, desempregados, executivos e parceiros comerciais. Perceba que estes atores basicamente são o resumo do mercado de trabalho.

Motivação fundamental
Como visto, há um motivo essencial, fundamental para que eu continue a batalha diária. Concorda? Em verdade dois que complementam-se: paixão e desejo de marcar meu nome na história.

Paixão
É um elemento interessante e sempre presente na carreira de profissionais de destaque. A pessoa que faz o que gosta tende a investir energia positiva e muita dedicação, fazendo com que, eventualmente, uma carreira não tão rentável seja assim ao longo do tempo.

Nome na história
Um profissional apaixonado, dedicado e que investe energia positiva em um propósito tende a marcar seu nome na história. Muitas vezes, ajudar um colega que ficou desempregado trará mais satisfação do que ter seu nome homenageado como nome de rua, mas que seus moradores jamais saberão quem é ou foi você.

Pense nisso!


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Fundo de peixe

Por: Rodolpho Leonardo

Fundo ou caldo, são preparações básicas de cozinha utilizada para facilitar a confecção de outras preparações de cozinha. È ingrediente fundamental para qualquer preparação de sopas ou molhos e por isso hoje estarei passando a receita de um fundo de peixe, que pode ser utilizado tanto na preparação de molhos, sopas, cremes como até mesmo na preparação de um arroz pilaf.

Ingredientes:
1 kg de espinhas, barbatanas e aparas de peixe
100 g de mirepoix (mistura de cebola 50%, salsão 25% e cenoura 25% picados)
3 a 4 litros de água

Preparo:
Lave as espinhas e aparas do peixe, acrescente o mirepoix, a água e leve ao fogo baixo sem deixar ferver por 2 horas.

Pronto, ai está um caldo ou fundo de peixe ponto para ser usado em uma sopa ou qualquer outra preparação culinária. Pode-se acrescentar um pouco de alho também. O tempero, para o sabor só é colocado no final da preparação que você estiver fazendo.


Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Fortalecimento da confiança

Por: Aristides Faria

O acesso a informação e às múltiplas oportunidades de qualificação profissional crescem, assim como a popularização do ensino de boa qualidade, inclusive por meio da educação à distância, que equaciona as diferenças regionais de um país tão territorialmente amplo como o Brasil.

É uma tendência do ensino em turismo e da educação profissional, aquela que acontece dentro das organizações, proporcionar mais e melhores oportunidades de renda, emprego e trabalho. Neste sentido, larga na frente o profissional que, independentemente das crises cíclicas da economia, continuar a investir fortemente em sua qualificação para o mercado de trabalho.

Neste cenário, fica evidente que os currículos equiparam-se, ou seja, o acesso a cursos e à informação populariza-se, o que torna os profissionais bastante semelhantes em determinados pontos de análise curricular.

O que é, então, um diferencial competitivo?

Relacionamentos. A boa qualidade dos relacionamentos pessoais no ambiente de trabalho – e mesmo fora dele – são o fator de diferenciação atualmente.

Convenciona-se chamar a isto de Competência Social. Em resumo, é a maneira como o profissional se relaciona com seus pares, subordinados e superiores. A análise parece simples, mas deve-se atentar ao fato de que este ambiente de convívio muda. Hoje, torna-se fácil perceber isto por conta da crise econômica.

Por exemplo: Você é um Agente de Viagens. Imagine que, em virtude da queda abrupta no faturamento de sua agência, haverá redução no número de Agentes. Até então, toda a equipe de sete colaboradores estabeleceu relacionamentos cooperativos, colaborativos e de confiança. Surge um boato, que não confirma-se depois de um certo tempo!

Um nome é colocado na berlinda. De quem? Daquele que apresenta vendas menos expressivas ou deste que está tensionando o ambiente de trabalho e promovendo tal rumor? Pense nisso!

Segundo Child e Faulkner (1998, p.51), o elemento “confiança” nos relacionamentos torna-se real e é fortalecido por meio da combinação de três fatores: interação social – que é em outras palavras esta Competência Social –, afinidade cultural entre as pessoas – idioma, valores – e a presença de normas e sanções por parte das organizações que ambientam tais relacionamentos (seja uma só ou uma parceria entre diversas).

Os profissionais de Recursos Humanos têm agora trabalho em dobro, isto é, além de investir fortemente em treinamento & desenvolvimento e em planos de carreira, têm de desenvolver métodos e estratégias de recrutamento, seleção e retenção de talentos.

A tendência do turismo, em termos de gestão de pessoas, é a promoção do capital intelectual, o fomento a inovação e o desenvolvimento contínuo dos talentos tanto da própria empresa, quanto dos parceiros.

Referência
CHILD, John; FAULKNER, David. Strategies of Co-operation. England: Oxford University Press, 1998.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Sardinha: frango e pastel

Por: Rodolpho Leonardo

Conhecida como frango do mar ou pastel (empanada), a sardinha é um peixe de água salgada comum em praticamente todo o mundo. Geralmente possuem dimensões que variam dos 10 aos 18 centímetros de comprimento e se alimentam de plâncton (organismos marinhos com pouco poder de locomoção) e formam grandes cardumes. Seu nome refere-se à ilha de Sardenha, na costa sul da Itália, pois já foram muito encontradas por lá.

Este peixe, possui sabor característico e 12% de lipídios (inclusos os famosos Ômega-3), sendo classificado como peixe gordo. É um bom fornecedor de proteínas e vitaminas e minerais, como o cálcio, ferro, fósforo, magnésio e sódio. Este peixe varia muito de espécie e de acordo com cada qual, varia seu valor nutricional, dimensão e composição.

A melhor época para pescá-lo é no verão, entretanto é um peixe de ano todo.

Encontramos sardinhas frescas ou congeladas (as congeladas, como tudo que é congelado, perde bastante as suas qualidades nutricionais e textura), mas dê sempre preferência as frescas.

No Rio de Janeiro, na Rua Miguel Couto (beco das sardinhas) ela é encontrada frita e conhecida mesmo pelo nome de pastel, devido a sua semelhança depois de aberta e frita com a coloração e aparência de um pastel frito. Fica excelente acompanhada de um limãozinho e de uma cervejinha bem geladinha. É uma delícia...

A sardinha também é conhecida como frango do mar, devido a sua abundância (como a galinha) e também por sua versatilidade. Ela pode ser preparada, assada no forno, na grelha, frita, cozinha, ensopada, no vapor, ao molho, servida com massas, como canapés e ai a lista continua. Enfim a sardinha possui quase todas as qualidades e versatilidades do frango, que existe algumas centenas de modo de preparo. Bom pra acompanhar, uma receita de sardinha empanada, coisa bem simples, mas de um grande sabor...

Ingredientes:
10 unidades sardinha limpa
250g de farinha de trigo
350g de farinha de rosca ou fubá
sal
pimenta
10 ovos
óleo para fritura
2 limões cortados em quartos

Modo de preparo:
Abra as sardinhas em borboleta (abertura total, parecendo um leque) tempere com sal e pimenta. Reserve. Em um bowl, quebre os 10 ovos e bata. Acrescente um pouco de água e tempere com sal e pimenta. Reserve. Em outro bowl, coloque a farinha de trigo e tempere-a, em outro a farinha de rosca ou fubá, temperando-a.
Pegue as sardinhas e empane-as à inglesa (passe-as na farinha de trigo, no ovo e na farinha de rosca). Frite em óleo a 170 graus até dourar. Escorra e deixe secar. Sirva quente com os quartos de limão... hummm... bon appetite.


Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Coluna > Tendências do Turismo: Confiança e desenvolvimento coletivo

Por: Aristides Faria

Recentemente escrevi um artigo para outra coluna que desenvolvemos no blog [RH em Hospitalidade] sobre o abismo que existe entre as “tendências” e a “vida real” do mercado de trabalho. Venho refletindo bastante sobre o assunto, sobretudo depois que iniciamos esta parceria com o blog Costa do Sol Turismo.

O que me fez reavaliar algumas iniciativas foi o fato de ter sido desmotivado por um professor, altamente titulado, que administra uma lista de discussão em nossa área de atuação, a compartilhar oportunidades de trabalho em navios de cruzeiro.

Desenvolvo uma parceria, que não é comercial (e ainda que fosse), com uma agência de recrutamento de São Paulo (SP). Somos parceiros e amigos, por isso passei aos membros de tal lista – professores, principalmente – algumas vagas de trabalho, com o objetivo de que estas alcancem alunos e demais interessados em nosso segmento. Fui desmotivado a fazer isso por que eles “não têm interesse em mensagens com tal conteúdo”. “Eles” podem não ter, mas os diversos alunos que entraram em contato certamente possuem.

A base de nossa coluna “Tendências do Turismo” são os relacionamentos humanos, aliás a boa qualidade dos relacionamentos interpessoais que precisamos desenvolver ao longo de nossas carreiras. Percebo, contudo, que conceitos/tendências como networking, trabalho colaborativo e (por quê não?) solidariedade e compaixão no trabalho, são deixados de lado muitas vezes.

Conforme Child e Faulkner (1998, p.50), “o discernimento inerente a confiança baseada em reavaliações, compreensão e identidade abre uma janela no sentido da evolução qualitativa da confiança no relacionamento, que é integrado ao processo evolutivo da cooperação”. Os autores referem-se justamente a este momento o qual citei: reavaliação. Todo relacionamento – pessoal ou profissional – prescinde de feedback, informação sobre seu desenvolvimento para que possa ser reorientado a um futuro melhor.

Relacionamentos comerciais demandam confiança como tratamos há algum tempo em nossa coluna. O sucesso de longo termo e a manutenção da cooperação em nossas parcerias estão ligados diretamente a confiança e a boa vontade com que lidamos com as pessoas ao nosso redor.

Um “Educador” que limita o compartilhamento de oportunidades de trabalho e renda certamente troca tendências com networking, trabalho colaborativo e (por quê não?) solidariedade e compaixão no trabalho por vaidade e egoísmo. Certifique-se de jamais fazer o mesmo!

A gestão de nossa carreira deve basear-se em valores e comportamentos. A diferença curricular é decresce, as oportunidades de acesso ao ensino (cada vez mais um produto) aumentam e, assim, os profissionais se parecem cada vez mais.

Diferenciam-se, entretanto, aqueles com competências sociais mais refinadas. Estas seriam a facilidade em trabalhar em equipe, o prazer em compartilhar informações e auxiliar no desenvolvimento dos colegas, por exemplo. Convido-lhe a fazer a diferença! Sempre!

Referência
CHILD, John; FAULKNER, David. Strategies of Co-operation. England: Oxford University Press, 1998.


Aristides Faria assina a coluna "Tendências do Turismo" no Blog Costa do Sol Turismo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Coluna > Caderno do Chef: Páscoa e bacalhau

Por: Rodolpho Leonardo

Com maioria cristã, nós brasileiros somos acostumados a comer peixe na semana santa. O mais famoso deles, o bacalhau, se instaurou em terras brasileira sob a forte influência portuguesa, que são os maiores consumidores desta iguaria.

Um dos pratos mais conhecidos de bacalhau é o Bacalhau à Portuguesa. Veja a receita abaixo e se delicie com este prato luso, porém com sabor bem brasileirinho. É excelente com arroz branco e acompanhado de um chadornnay. Bom apetite.

Ingredientes:
1 kg de bacalhau
1/2 kg de batatas cortada em rodelas
2 cebolas cortadas em rodelas
6 ovos
150 g de azeitonas pretas
5 dentes de alho em fatias finas
250 ml de azeite
2 pimentões verdes cortados em rodelas
2 pimentões vermelhos cortados em rodelas
salsinha
sal
pimenta

Modo de Preparar:
Deixe o bacalhau de molho por 48 horas em água. Afervente e limpe, tomando cuidado para que não se desfaça. Cozinhe a batata na água do cozimento do bacalhau. Cozinhe os ovos duros (8 minutos contados depois que começa a ferver). Corte em rodelas médias. Coloque 1/3 do azeite em uma frigideira e refogue a cebola e o alho, até que comecem a dourar. Reserve. Num refratário untado com manteiga, coloque uma camada de batatas, uma camada de bacalhau, uma camada de ovos cozidos, uma camada de pimentões, outra camada de batatas e assim em diante. Cubra com as cebolas, as azeitonas pretas. Tempere com sal e pimenta a gosto. Regue com o restante do azeite e leve ao forno, a 200 graus, por cerca de 20 minutos. Ao retirar, salpique com a salsa picada ou em folhas (se for a crespa) e sirva.

Rendimento: 5 pessoas

Rodolpho Leonardo assina a coluna "Caderno do Chef" no Blog Costa do Sol Turismo.